Menino suspeito de matar a família não pode ser chamado de psicopata, diz psicóloga

Menino suspeito de matar a família não pode ser chamado de psicopata, diz psicóloga
agosto 08 12:59 2013

A Polícia Civil mantém a convicção de que o jovem Marcelo Pesseghini, de 13 anos, foi o autor da chacina que matou seus pais, a avó e a tia-avó de uma só vez em Brasilândia (SP).

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Ainda segundo as investigações, o adolescente dirigiu o carro da mãe até a escola no início da madrugada, esperou amanhecer e assistiu normalmente às aulas do dia depois de cometer os assassinatos. Depois, voltou para casa e se matou. Apesar de o menino ter supostamente apresentado um comportamento de frieza diante dos crimes, para a psicologia, é precipitado classificá-lo como psicopata.

Em entrevista ao SRZD.com, a psicóloga Virgínia Ferreira, professora da Faculdade de Medicina de Petrópolis, disse que não pode ser dado um diagnóstico de psicopatia para esse caso sem um conhecimento prévio da história do garoto. Ela afirma que é “muito arriscado” classificar uma criança ou mesmo um adulto a partir de um fragmento da história da pessoa.

“Um diagnóstico é uma coisa muito séria e nunca pode ser feito sem um conhecimento consistente da história do autor. Hoje em dia, qualquer ato ou comportamento indesejável tende a ser automaticamente classificado como um transtorno ou como uma doença mental e, ainda, por pessoas que não têm conhecimento para isso”, destaca a especialista.

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